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As experiências dos visitantes do OVNI Hoje: Relatos que aumentam nossa certeza de que estamos sendo visitados

As experiências dos visitantes do OVNI Hoje

Nosso amigo e visitante do OH, Machado, escreveu:

Boa noite Jacqueline, também não sei, mas eu fiquei um pouco desanimado com assuntos basicamente de fim do mundo que acaba indo para assuntos de religião. Eu não gosto, mas respeito a opinião e gosto de todos. Nesta matéria que fala de alienígenas, fiz um comentário e, só depois de 12 horas teve um outro comentário que foi o seu, enquanto que a outra matéria estava lotado de comentário. Não sou o dono deste site, mas está ficando chato.

Lendo esse comentário, resolvi escrever uma matéria pensando que seria interessante resgatar alguns dos relatos dos visitantes do OH que ao longo dos anos resolveram contar as suas experiências. Essas são histórias pessoais, momentos importantes em que pessoas comuns de repente se viram frente a frente com fenômenos e situações que obrigaram-nas a repensar tudo o que sabiam ou aprenderam sobre a realidade.

Acredito que essas experiências, que em algum momento as levaram a procurar algo mais na Internet e a encontrar neste blog um lugar para compartilhar ideias e encontrar outras pessoas que também se depararam com o inexplicável e insólito, genericamente denominado fenômeno OVNI, também continuam vívidas em suas mentes exigindo incessantemente uma resposta.

Não inclui o caso mais espetacular na minha opinião, pelos efeitos deixados no corpo e na mente do nosso amigo e visitante M3nis. A sua história por si só dá um artigo exclusivo e extenso, razão pela qual não citarei aqui o seu depoimento. O pouco que nos contou ao longo desses anos, já é suficiente para ter certeza e trazer inquietações quanto à intenção e procedimentos dos OVNIS. Compreendo a sua reticência em falar abertamente de algo que lhe trouxe não somente sofrimento e dor, mas também mudou a sua vida para sempre, pois continua a ser uma experiência inquietante, um desafio à sua compreensão o que é, também, uma luta pessoal para tentar ver uma luz no imenso túnel do mistério dos OVNIS e a razão da sua presença entre nós.

Não vou entrar no mérito da questão quanto à natureza agressiva de alguns OVNIS, porque para alguns visitantes aqui isso ou é impossível ou é incômodo de aceitar. Mas eu já comentei sobre a possibilidade real dessa natureza agressiva de alguns OVNIS ligados a luzes azuis. Além de dois artigos que escrevi sobre isso, onde cito uns 7 ou 8 casos que tinham esse fato em comum (todos envolvendo o avistamento de OVNIS que emitiam luz azul, mortes ou desaparecimento de humanos), recebi um e-mail de uma pessoa relatando um outro caso pouco conhecido no litoral da África, onde um barco foi encontrado sem tripulação e em uma área onde também foram relatados objetos emitindo luzes azuis.

Deixando essa polêmica de lado, vamos aos interessantes relatos das pessoas que tem visitado este blog, alguns dos vários que guardo no meu arquivo:

 

Hannah Cat

Como nasci numa época em que já havia a “corrida espacial”, ou seja, a humanidade já estava entrando em órbita a partir do russo Gagárin em 1961 [A Terra é Azul], e em 1969 conquistou a chegada à Lua, a indústria do entretenimento [Perdidos no Espaço, Star Trek, UFO e outros filmes de ficção científica apareceram a partir de então], assim como revistas comentando sobre (lembro de uma bela edição da Veja em capa dura e papel couche com o título “A conquista do homem à Lua”), minha infância fora repleta deste tema, que também me encantava. Era o assunto da moda, a coisa mais importante da época, não sem motivo.

Eu gostava muito de desenhar, inclusive “naves espaciais”. Isso foi durante a infância e pré adolescência. Meus desenhos ficavam espalhados pela casa, até que um dia alguém onde eu morava (já não me lembro quem exatamente foi) ficou pálida e me pediu para que eu nunca mais fizesse tais desenhos: esta pessoa contou-me ter visto um “ser” observando meus desenhos, inclusive pegando um deles na mão, e ao perceber estar sendo observado largou o papel do desenho, deu um passo para trás e “sumiu”.

Além disso não me lembro de mais nada…

Nota: Hannah me enviou um relato que ocorreu muitos anos depois, na década de 80, quando teve um encontro insólito mas muito real. Acredito que tem a ver com essa experiência da infância, e com o fato dela ser monitorada e acompanhada desde criança por alienígenas. Infelizmente a pedido dela, não posso contar mais detalhes, mas eu diria que foi uma experiência que a marcou profundamente, mas não num sentido positivo, embora talvez por medo do desconhecido, não necessariamente por ser a “entidade” propriamente má (apesar de ter sido esse o sentimento dela todo o tempo em que esse ser apareceu para ela, durante alguns dias)…

 

Pedro

Ocorreu em 1974 na cidade de Águas de Lindóia interior de São Paulo estávamos eu meu irmão e um amigo no prédio em que morávamos que dava vista para as montanhas. A cidade embora fosse turística era bem pacata e com poucos prédios com altura baixa como o nosso. Estávamos no oitavo andar e avistamos algumas cores pairando sobre as montanhas. Era noite por volta de umas 10hs. O objeto era silencioso e as cores pelo que me lembro eram sequenciais. O objeto emitiu uma forte luz branca que invadiu a janela como se fosse um farolete se aproximou tentei ver quem estaria a bordo pois tinha uma espécie de janela e pareciam humanos. Mas só dava para ver as formas e sombras e me lembro que eram 2 seres. Em frações de segundos o objeto recuou em alta velocidade…sempre em silêncio. Não emitiu um ruído. Nunca mais comentei sobre o assunto. Eu era criança e fiquei com medo de ser ridicularizado. Ainda hoje não sei o que vi. Falei com meu irmão e ele diz se lembrar vagamente. Atribuiu a questões climáticas. Mas tenho minhas dúvidas. O evento deve ter demorado cerca de dois minutos e tenho claramente a visão do que meus olhos viram. As luzes eram coloridas e realmente muito bonitas. Mudavam de lado. Parecia ser um objeto grande ainda. Mais quando se aproximou da janela. Meus pais estavam em outro quarto. Saímos correndo e falamos do que vimos. Eles foram até a janela e falaram que não era nada….

vulgo07

 “…vou falar por mim….

…pergunto: o que seria a imensa estrutura (do tamanho de um estádio de futebol) que eu vi pairando sobre o meu carro, e que, em seguida, desapareceu em um piscar de olhos, em uma estrada despovoada?

…o que seria o objeto cilíndrico do tamanho de um grande avião que eu observei há algumas semanas, estático, acima de campos de soja, e que também acelerou vertiginosamente no momento em que me aproximei? E porque será que queimou minha câmera do carro, colocada propositadamente para isso?

…será que eu sou louco, ou mentiroso?

 

Skyrider

 Vou compartilhar com vocês, caros colegas aqui do OH algo incomum que me aconteceu ontem.

Estou na APCEF Florianópolis, passando uns dias com a família para repousar um pouco.

Ao acessar determinada área do clube, ao me deparar com o funcionário responsável pelo acesso a mesma, eu ouvi uma voz na cabeça susurrando as seguintes palavras: “**** é abduzido”.

Intuitivamente eu sabia que essas palavras se referiam ao funcionário em si, e me perguntei algumas vezes qual teria sido o sentido daquilo, devaneio, ou o que quer que tenha sido.

Havia muitas pessoas no local, e para minha surpresa ficou evidente que esse rapaz tava tentando se aproximar para puxar papo, me observando, algo do tipo.

Eu estava com esposa e filho, e me sentindo bastante desconfortável com aquela frase.

Após um tempo resolvi eu mesmo puxar papo com esse rapaz, e não levou muito para ele me perguntar se eu acreditava em discos voadores, como um bom fã do tema lhe contei algumas estórias, e minhas opiniões pessoais sobre o assunto.

O rapaz não possuia o conhecimento que a grande maioria que estuda o assunto adquire, na realidade, ele possuia o conhecimento que a grande maioria que não estuda o assunto adquire.

Após muito papo, este rapaz resolveu compartilhar algo que acontece eventualmente com ele, antes de começar ele disse assim: “Eu até me arrepio de te contar isso”, e realmente, ele estava arrepiado e assustado.

Ele relatou que eventualmente ele acorda de seu sono, cercado por um clarão ofuscante, e em seu peito a sensação de uma força o empurrando, algumas vezes parece um peso muito grande, outras vezes ele disse parecerem duas mãos, ele nada consegue fazer quando isso ocorre. Também relatou a sensação de movimentação à sua volta.

Na despedida resolvi perguntar o nome do colega, para minha surpresa seu nome era o mesmo que eu havia ouvido no sussurro “*** é abduzido”.

O susurrro dizia Fulano “é” abduzido, não que foi, ou será, no meu entender era uma ação que ocorreu algumas vezes, continua ocorrendo, e muito provavelmente continuará a ocorrer.

Adicionando as estatisticas, o sujeito possui olhos verdes e RH negativo, e sabemos que pesquisas já acusaram essa relação à um bom tempo.

Como últimas palavras, eu disse ao homem para ter fé e pedir ajuda ao grandioso, pois essa é minha crença pessoal e também as armas que eu utilizaria para combater esse tipo de constrangimento e perturbação.

 

Radical Livre

 Sim, a casuistica aqui no sul é forte. O caso mais impressionante que ouvi de um amigo, relatado por um amigo deste, ocorreu no fim dos anos 80 em Morro dos Conventos, SC.

Em uma noite de inverno, estavam dois amigos em uma casa alugada no final de semana (eram músicos de São Leopoldo -RS, e se isolaram uns dias para compor), quando acordaram de madrugada de repente e estava na sala um cara de 2 metros de altura, com cabelo longo (descrição que bate com os ETS nórdicos) e um macacão prateado. O cara falou sem parar por uns minutos sobre a necessidade de se espiritualizarem, de contribuírem para uma grande mudança que ocorreria num futuro próximo. Ao terminar de falar virou as costas, deu uns passos e atravessou a parede. Os dois amigos ficaram histéricos e se trancaram no quarto até de manhã, quando saíram o mais rápido possível da casa.

É quase maluco demais pra ser verdade, mas meu amigo é bastante sério e não tenho porque duvidar dele.

 

Radical Livre

Falando em POA e base aérea, em 1944 minha bisavó, que morava atrás do aeroporto Salgado Filho, acordou as 5:30 da manhã, olhou pela janela e viu um grande disco prateado pousado na pista do aeroporto. Ficou olhando fascinada, em alguns segundos ele subiu verticalmente a uma velocidade absurda e sumiu. Ela contava essa história até a morte, nos anos 80.

 

Patricia Glauser

Há uns 12 anos atrás, em outubro e começo de novembro, na minha cidade Ribeirão Branco, eu morando numa fazenda, vi por 5 vezes, e, acredito piamente ser OVNIS, pairando sobre a cidade e a região.

Tive o prazer de ver, o que muitos acham impossível.

Na porta de minha casa, eu e minha cunhada e nossos filhos, há noite, com um céu totalmente estrelado, vimos uma imensa nave redonda (prato de cabeça pra baixo), com luzes lilás e um clarão no topo, estava muito perto, uns 50 metros de nós e uns 100 metros de altura, era algo magnifico e aterrorizante ao mesmo tempo. Uns dias depois, eu e meu marido, avistamos de novo, dessa vez, estamos a 1 km de nossa casa, num carro e o mesmo veio em nossa direção, muito baixo, entre as montanhas.

Depois disso, “apareceu” o “chupa cabra” em nossa cidade q assim ficou conhecida. “Ribeirão Branco, a cidade do chupa cabra.”

Meu marido q até então, não acreditava e ria de nós, quase teve um infarto ao ver aquela “coisa” vindo em nossa direção.

Na época, veio repórteres do mundo todo em Rib. Branco, pois diziam q eles pousavam na Serra do Capote, lugar turístico aqui.

Fui eu q liguei para as emissoras de T.V na época contando o acontecido, mas foi meu irmão, que desviou a atenção deles pra Serra do Capote, sendo que eles estavam ali perto de casa (40 km) de distância… assim, nada ficou confirmado, mas e vários vizinhos, a cunhada, meu filho e filha, meus sobrinhos, e hoje, meu ex marido, sabemos muito bem o que vimos naqueles dias.

O ano deve ter sido 1998, fim de outubro até quase dezembro.

Melias Jr.

-Eu estava na praia de Torres-RS 24 anos atrás, o local na época tinha poucas casas e dunas de areia muito altas. Era Dezembro, por volta de 15:00.

-Estávamos soltando uma pipa quando ao longe observei o objeto, era como um ponto a 60 graus do horizonte, na medida que eu observava ele se aproximava, assim foi até que ele chegou a cerca de 5m de mim e uns 3m de altura e ficou imóvel; até então eu tinha certeza que era um balão e queria pega-lo, quando me aproximei ele saiu na direção sul (ele vinha de W) por cima das dunas; neste instante corri para “esperar” ele na duna mais alta, ele se aproximou lentamente e chegou a cerca de 20 cm de meu braço estendido, quando eu ficava na ponta dos pês ele se afastava alguns cm e retornava quando eu abaixava, isso durou uns 2 min. Quando eu pedi ao meu irmão para buscar meu pai o objeto se afastou em ascensão para o oeste de onde tinha vindo.

-O objeto parecia ser metálico, de aço inox um pouco arranhado e embora aparentasse ser um balão pela leveza dos movimentos havia algo que dava certeza de que era robusto, como que moldado a partir de um bloco sólido. Havia uma espécie de marcação retangular no centro, como uma portinha hermética, devia ter uns 2×0.6m em forma de cilindro.

Nota: A história de Melias Jr. confere com outro caso que me foi relatado por alguém que não posso citar o nome a pedido. Ele recebeu informações de oficial do Exército sobre um objeto idêntico ao que o Melias viu … NA MESMA CIDADE.. e que teria sido ABATIDO A TIROS DE FUZIL alguns anos antes, depois de ter aparecido por vários dias pairando estacionário sobre um quartel.

Acredito que eram objetos do mesmo tipo e ambos eram SONDAS ALIENÍGENAS, pela descrição do material, propriedades fantásticas que ele apresentou e por outros detalhes relatados por esse oficial do exército (como a visita de dois HOMENS DE PRETO à sua casa dias depois da captura do objeto – aparecendo do nada dentro do pátio fechado do condomínio (inexplicavelmente, pois o seu pai tinha fechado o portão no cadeado) –  em UM CARRO ANTIGO mas que PARECIA TER SAÍDO DA LOJA – e fazendo perguntas sobre o objeto que NINGUÉM PODIA SABER, pois o caso foi tratado com sigilo pelos militares, além de SUMIREM DO NADA assim que saíram – com carro e tudo, sem que o portão ESTIVESSE ABERTO).

(Esses MIBS eram aliens disfarçados? Ou eram biorrobôs – como sugere a descrição deles em vários casos de encontros de testemunhas de OVNIS com MIBS posteriormente às suas experiências – que foram enviados pelos aliens para investigarem o que aconteceu com o objeto derrubado pelo exército e depois retornaram à nave por teletransporte?)…

Esses são alguns dos fantásticos casos que ao longo dos anos guardei nos arquivos. Outros mais tenho, envolvendo situações inusitadas ligadas ao fenômeno OVNI, e que oportunamente poderei relatar aqui.

Se alguém teve uma experiência com OVNIS ou seus ocupantes e não quiser contar aqui por alguma razão, pode escrever para o meu e-mail:  [email protected].

PREDADOR

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