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Asteroides são mais difíceis de serem quebrados do que cientistas imaginavam

* Conteúdo da matéria com veracidade comprovada, de fontes originais fidedignas. (Em se tratando de tese ou opinião científica, só pode ser garantida a veracidade da declaração da pessoa envolvida, e não o fato por ela declarado.)

Novos modelos de computador indicaram que os grandes asteroides são muito mais resistentes do que se esperava. Exatamente o que devemos fazer para impedir a entrada de um grande asteroide por muito tempo permaneceu um tópico de debate entre os físicos. Uma possibilidade – que seria tentar quebrá-lo em pedaços – depende do cálculo exato de quanta energia seria necessária para desintegrá-lo completamente.

Asteroides são mais difíceis de serem quebrados do que cientistas imaginavam

Cerca de 20 anos atrás, os pesquisadores usaram um modelo de computador para determinar que um asteroide de 25 km de largura seria completamente destruído se fosse atingido por um asteroide de 1 km de comprimento, viajando a cerca de 11.000 km / h.

Around 20 years ago, researchers used a computer model to determine that a 25km-wide asteroid would be completely shattered if it were struck by a 1km-wide asteroid traveling at around 18.000 km/h.

Agora, porém, modelos computacionais revisados ​​lançam dúvidas sobre essa conclusão e, em vez disso, indicaram que tal colisão ainda deixaria um núcleo intacto com força gravitacional suficiente para atrair os fragmentos remanescentes de volta para ele.

O engenheiro mecânico Charles El Mir, da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, disse:

Costumávamos acreditar que quanto maior o objeto, mais facilmente ele quebraria, porque objetos maiores são mais propensos a ter falhas.

Nossos resultados, no entanto, mostram que os asteroides são mais fortes do que costumávamos pensar, e exigem mais energia para serem completamente destruídos.

Isso levanta a questão – o que devemos fazer para neutralizar um asteroide?

El Mir disse:

Pode soar como ficção científica, mas uma grande quantidade de pesquisas considera colisões de asteroides. Por exemplo, se há um asteroide vindo em direção à Terra, seria melhor dividi-lo em pequenos pedaços, ou cutucá-lo para seguir uma direção diferente?

E se a última opção for melhor, com quanta força deveríamos acertar ele para afastá-lo sem que ele quebrasse?

Essas são questões reais sob consideração.

(Fonte)


A verdade é que se uma dessas rochas espaciais vierem em nossa direção não há muito que possamos fazer, a não ser rezar para que alguma força exterior a desvie de nós.

Até mesmo os cientistas concordam que é só uma questão de tempo até que um desses asteroides enormes encontre a Terra. Esperemos que não seja tão logo.

n3m3

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