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O ovniólogo / ufólogo arrependido

O site gauchazh.clicrbs.com.br publicou um artigo intitulado “O ufólogo arrependido: em Itaara, fundador de museu dedicado ao tema dedica-se aos óvnis e também à ciência“, o qual mostra a história por detrás de um museu de ovnilogia / ufologia na pequena cidade de Itaara, na região central do Rio Grande do Sul e seu fundador. 

O fundador, Hernán Mostajo, apaixonado pelas histórias de OVNIs e ETs, mas também pela ciência, parece estar caminhando por cima do muro quando se trata de acreditar ou não que alienígenas estejam visitando a Terra.

Como a missão do OVNI Hoje é a de publicar tudo que for possível a respeito do seu tema principal, bem como outros temas relacionados de interesse ao leitor, veja abaixo um trecho da primeira parte desse longo artigo, que pode ser lido na íntegra em seu site de origem, cujos links para ambas as partes estão disponibilizados ao final:

ufólogo arrependido

Hernán Mostajo, fundador do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência de Itaara
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Cercado por esculturas de ETs e por objetos de indivíduos que juraram ter viajado em nave espacial, ter visitado outros planetas e ter se esbaldado em forrobodós libidinosos intergalácticos, Hernán Mostajo, fundador e diretor do Museu Internacional de Ufologia, História e Ciência, estufa o peito e proclama, em tom desafiador:

– Ufólogo não entra aqui! Ufólogo não tem coragem de entrar aqui!

Eis uma afirmação com potencial para intrigar desatentos. Por que diabos, afinal, ufólogos teriam receio de visitar um museu de ufologia?

Para chegar à resposta, é necessário compreender a trajetória de Hernán, um santa-mariense de 1968 que teve a infância embebida no estimulante caldo da conquista do espaço. Quando Hernán tinha um ano, o homem pisou na Lua pela primeira vez, e seu brinquedo favorito era um boneco de astronauta.

Na TV em preto e branco, embasbacado, via filmes e seriados sobre aventuras interplanetárias. Em Jeannie É um Gênio, sobre um astronauta que liberta uma bela jovem das mil e uma noites, presa em uma lâmpada, fascinava-o não o gênio, mas o astronauta. Assistia a episódios de Perdidos no Espaço – centrado na jornada de uma família de terráqueos enviada para colonizar um novo planeta – e na sequência juntava duas bandejas de papelão, a modo de disco voador, para fantasiar a continuação da trama. Depois veio a série Cosmos, em que o astrônomo Carl Sagan, no comando da nave da imaginação, levava Hernán a uma viagem semanal por misteriosos recantos do universo.

É claro que, embalado no mesmo pacote, imiscuía-se o tema dos extraterrestres. Em 1976, por exemplo, duas sondas enviadas pelos EUA – a Viking I e a Viking II – foram a Marte e enviaram fotos do planeta. Uma delas, em particular, causou furor. De um ângulo muito específico, um conjunto de montanhas e crateras na região de Cydonia Mensae passava a impressão de ser um rosto humano, em que alguns conseguiram enxergar até mesmo as feições de Cristo. O pequeno Hernán viu as imagens do chamado “rosto marciano” em uma reportagem do Fantástico, na TV Globo. Sofreu um impacto avassalador.

Lá pelos 20 anos de idade, estava entregue à ufologia. Mergulhava em livros e revistas sobre ETs, participava de congressos, documentava em vídeo centenas de debates e palestras (para alimentar seu acervo pessoal), viajava a locais de supostos contatos ou avistamentos de óvnis (com o objetivo de coletar materiais e informações). Era um crente. Cria em ETs, em discos voadores, em abduções, em conspirações para esconder tudo isso. Acreditava que eles já estavam entre nós.

Imagem interna do museu localizado em município a 15 quilômetros de Santa Maria
Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS

– Encontrei uma revista, que não cito o nome porque não quero fazer publicidade para ninguém, uma revista que tinha um desenho em uma plantação, marcas deixadas por óvnis, e achei aquilo o auge. Foi o momento em que eu disse: “Isso é o que eu quero”. Eu era um sonhador. Entrei para a ufologia, e os ufólogos acham que tudo o que está nos céus é disco voador. Veem uma luz e concluem que é uma nave pousando. Eu pensava assim também – conta…

Para ler o restante da primeira parte, clique aqui. Para segunda parte, aqui.

n3m3

Colaboração: Rodrigo Valente

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