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Mídia corporativa nos EUA continua informando sobre o desacobertamento dos OVNIs em andamento

Sim, está havendo um movimento pela imprensa corporativa dos Estados Unidos noticiando a divulgação da realidade extraterrestre e dos OVNIs, principalmente no que diz respeito ao trabalho que está sendo feito pelo grupo To The Stars Academy, sendo agora encabeçado por Luis Elizondo, mas cuja ação foi iniciada por Tom DeLonge, ex-integrante do grupo de rock Blink-182.

Lembro que no início das divulgações feitas por DeLonge houve muito ceticismo e cinismo quanto a capacidade dele conseguir unir um grupo sério para tal divulgação. O tempo mostrou que as pessoas estavam erradas, e que realmente DeLonge conseguiu um feito extraordinário, colocando na mesma equipe pessoas associadas a altos cargos governamentais, as quais estão dispostas – pelo menos é o que parece – a divulgar a verdade sobre os OVNIs.

Porém, alguns pesquisadores acreditam que essas recentes ações e divulgações feitas pelo grupo não sejam nada mais do que uma prelúdio à uma invasão alienígena de bandeira falsa, para o controle das massas.

A verdade, neste caso – como ocorre em tantos outros casos associados a assuntos relacionados ao que está fora da “normalidade” humana – é muito difícil de ser determinada. Assim, eu pago para ver e publico aquilo que encontro a respeito deste caso, seja de um lado ou de outro da moeda. O juiz final é você, leitor.

Veja abaixo partes de mais um artigo publicado pela mídia corporativa dos EUA, desta vez no periódico estadunidense Newsweek, intitulado “Alienígenas existem? O cofundador do Blink 182 e ex-funcionário do Pentágono estão determinados a provar que não estamos sozinhos“, falando a respeito do possível desacobertamento que está em andamento, a conta-gostas:

desacobertamento dos OVNIs em andamento

Ilustração: Alex Fine

Era final de julho, e Teresa Tindal, uma administradora de 39 anos de uma empresa de consultoria, estava descrevendo o incidente que a fez acreditar: um objeto redondo e dourado pairando no céu noturno sobre Tucson, Arizona. Balão meteorológico? De jeito nenhum. Só poderia ser uma coisa: um OVNI.

Este tipo de certeza a tinha trazido e 400 outras pessoas – até o hotel Crowne Plaza em Cherry Hill, Nova Jersey, para o Simpósio da Mutual UFO Network (MUFON), um “evento premiere sobre OVNIs do ano”, de acordo com a sua literatura. Eles se reuniram para falar sobre extraterrestres, OVNIs e como evitar de serem abduzidos por uma nave mãe alienígena (dica: gritar não funciona).

“Há muitas pessoas que viram coisas”, disse à Newsweek, Christine Thisse, de 44 anos, mãe em Michigan.

Haviam os típicos oradores convidados, dando palestras com títulos como “Desaparecimentos Inexplicáveis ​​em Áreas Rurais” e “Relatos de Marte”, em que um físico expõe sua teoria de que 75.000 anos atrás uma guerra nuclear intergaláctica eliminou uma civilização marciana. E houve abduzidos famosos, como Travis Walton, um ex-madeireiro cuja história de cativeiro alienígena se tornou o filme Fire in the Sky de 1993.

Mas este ano ofereceu outra atração – um novo e extremamente improvável astro: Luis Elizondo. Sete meses antes, o The New York Times publicava uma reportagem de primeira página sobre o Programa Avançado de Identificação de Ameaças, uma iniciativa “sombria” no Pentágono que “investigava relatos de objetos voadores não identificados”. Elizondo, um homem corpulento original de Miami com cavanhaque e tatuagens coloridas, foi o oficial de inteligência militar encarregado do programa alguns anos depois de formado em 2007, até que, segundo a assessoria de imprensa do Pentágono, o programa foi descontinuado em 2012. (Elizondo insiste que o trabalho ainda está em andamento). No ano passado, ele se demitiu do Pentágono, protestando contra o que ele considerou um apoio medíocre e um sigilo desnecessário – carne vermelha para a multidão de Arquivos X. “Por que não estamos despendendo mais tempo e esforço nessa questão?”, escreveu ele ao secretário da Defesa, James Mattis, em sua carta de renúncia.

No setor privado, Elizondo logo encontrou um aliado improvável em sua busca pela verdade: Tom DeLonge, o ex-vocalista da banda de pop/punk Blink-182, o grupo por trás de uma canção chamada “Aliens Exist“. Acontece que DeLonge realmente acredita nisso. Em 2017, ele lançou a To the Stars Academy of Arts and Science, e Elizondo rapidamente se tornou seu rosto público. A missão: fazer avançar a pesquisa sobre OVNIs, produzir entretenimento com temas de ficção científica sobre OVNIs e, com sorte, vislumbrar a tecnologia super avançada dos OVNIs (como naves espaciais que aparentemente desafiam a gravidade) que o Pentágono continua ignorando.

A academia afirma ter atraído mais de 2.000 investidores e arrecadado cerca de US $ 2,5 milhões, e Elizondo encontrou uma multidão entusiasta em Cherry Hill.

“Às vezes as pessoas podem ter associado vocês a malucos – estarem fora da casinha”, ele disse ao público do MUFON durante um jantar de bufê. “Desde o começo, vocês estavam certos.”

Nem todos estavam convencidos: alguns citaram a falta de evidências em sua apresentação. Teresa Tindal suspeitava da conexão com o Pentágono. “Poderia ser uma cobertura para outra coisa”, disse ela.

Mas se Elizondo está tentando dar credibilidade à pesquisa sobre aparições inexplicadas, por que ele faria parceria com um cara cuja banda tinha um álbum de sucesso chamado Enema of the State? E por que ele escolheria como local de encontro uma conferência sobre OVNIs repleta de teóricos da conspiração?

‘Temos que começar em algum lugar”, disse ele à Newsweek naquele dia. “Eu não fui convidado para Stanford ou MIT”…

…“No final, não estou preocupado com a credibilidade”, diz Elizondo. “Estou preocupado com fatos.” Lembrado que os únicos fatos que o público tem são vídeos granulados, ele insistiu: “Há dados. Ainda não publicados.

Elizondo diz que os que acreditam em OVNIs não foram os únicos na conferência da MUFON. “Você está pronto para isso? Ucranianos e ONU. Por que pessoas da ONU e os ucranianos, que sabemos estarem provavelmente ligadas aos russos, estão lá?” Eles se inscreveram, ele diz,“ depois que souberam que eu estava vindo. Inteligência estrangeira. Isso significa que eles estão levando isso a sério. Ou eles têm um programa ou querem um programa, ou querem saber se isso é besteira. Mas, de qualquer forma, não olhe agora, mas temos interesse estrangeiro.”

Elizondo entende por que muitos permanecem duvidosos. “Você não pode levar as coisas pelo valor de face. Eu entendo. Sou um espião de carreira”, diz ele. “Mas no final, tão louco quanto possa parecer, isto é real.”

(Fonte)


O artigo foi reduzido, pois muitas das informações nele contidas já foram publicadas aqui no OVNI Hoje. Mesmo assim ele mostra que, embora ainda com um toque de relutância que pode ser lido entre linhas nas reportagens, a mídia dos Estados Unidos começa a aceitar que a realidade dos OVNIs é algo digno de ser publicado de forma séria em seus veículos de imprensa.

Seja lá o que for que está por vir – revelação que iluminará a humanidade, ou invasão falsa para controle da população – vamos encarar. Se for para o bem da humanidade, ótimo! Se for para o mal, faremos aquilo que a humanidade sempre fez quando encarada com desafios mortais: lutaremos até a vitória, pois o bem deve prevalecer sobre o mal.

n3m3

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