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Cientistas procuram por evidências de nanomáquinas que evoluíram antes da vida

nanomáquinas que evoluíram antes da vida

Quais são as origens da vida na Terra e possivelmente em outros lugares? As “nanomáquinas de proteína” evoluíram aqui antes que a vida começasse a catalisar e apoiar o desenvolvimento dos seres vivos? Poderia a mesma coisa ter acontecido em Marte, nas luas de Júpiter e Netuno e em outras partes do universo?

Uma equipe de cientistas liderada pela Rutgers University (EUA), chamada ENIGMA, sigla para ‘Evolution of Nanomachines in Geospheres and Microbial Ancestors‘ (Evolução de Nanomáquinas em Geosferas e Ancestrais Microbianos), tentará responder a essas perguntas nos próximos cinco anos, graças a uma concessão da NASA e a participação no Instituto de Astrobiologia da NASA.

Toda a vida na Terra depende do movimento dos elétrons; a vida literalmente é elétrica. Inspiramos oxigênio e expelimos vapor de água e dióxido de carbono, e nesse processo transferimos átomos de hidrogênio, que contêm um próton e um elétron, para o oxigênio, a fim de produzir água (H20). Movemos elétrons dos alimentos que comemos e até do oxigênio no ar, a fim de obtermos energia. Todo organismo na Terra movem elétrons para gerar energia.

Minerais contendo ferro e enxofre encontrados na Terra primitiva compartilham uma estrutura molecular notavelmente similar com metais encontrados em proteínas modernas (a ferredoxina é um exemplo). As primeiras proteínas da aurora da vida na Terra interagiram diretamente com as rochas para promover a catálise da vida? (Vikas Nanda / Centro de Biotecnologia Avançada e Medicina).

ENIGMA é uma equipe de pesquisadores da Universidade Rutgers que está tentando entender a evolução inicial desses processos, e eles acham que o hidrogênio foi provavelmente um dos gases mais abundantes na Terra primitiva que sustentava a vida.

Estamos à procura de evidências de vida em Marte desde a missão Viking, que desembarcou em 1976. Os pesquisadores acham que será muito difícil provar que existe vida em Marte hoje, mas pode haver assinaturas de vida que existiram em Marte. Marte certamente tinha muita água e tinha uma atmosfera, mas tudo isso desapareceu agora. Uma missão proposta para Europa – uma lua coberta de gelo de Júpiter – está em fase de planejamento. A missão Cassini da NASA para investigar Titã, uma lua de Netuno, revelou metano líquido sobre o que eles acham que é água – oceanos muito frios e rasos – então pode haver vida em Titã.

Eleas são enzimas que se movem fisicamente. Cada vez que respiramos, uma enzima em cada célula permite transferir elétrons para o oxigênio. Enzimas, como todas as proteínas, são constituídas por aminoácidos, dos quais existem 20 que são usados ​​na vida. No início, os aminoácidos foram entregues à Terra por meteoritos, e a equipe da Rutgers acredita que alguns desses aminoácidos poderiam ter sido acoplados e tornados em nanomáquinas antes do início da vida.

Isso é o que a equipe de pesquisa está procurando, para ver se eles podem recriar, usando as dezenas de milhares de estruturas de proteínas no Banco de Dados de Proteína da Rutgers, juntamente com colegas do Centro de Biotecnologia Avançada e Medicina.

(Fonte)


n3m3

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