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Cientistas descobrem 8.000 estruturas alienígenas no espaço profundo, sugere estudo

Ao construir uma esfera de Dyson (Dyson 1960) a partir de material de planetas desmantelados, civilizações extremamente avançadas poderiam, em princípio, explorar uma fração significativa do poder de radiação de sua estrela hospedeira, aumentando assim a escala de Kardashev para o status de tipo II (Kardashev 1964).

Um estudo científico publicado recentemente por pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, e da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, sugeriu que poderia haver mais de 8.000 megaestruturas alienígenas localizadas no espaço profundo.

O estudo, intitulado “SETI with GAIA: The Observational Signatures of Nearly Complete Dyson Spheres” (SETI com GAIA: As Assinaturas Observacionais de Esperas Dyson Quase Complesta [título em tradução livre]) propõe que o nosso universo está, na verdade, repleto de civilizações alienígenas que possuem meios e tecnologia para criar megaestruturas supermassivas ao redor de estrelas distantes. a fim de aproveitar sua energia.

Dizem que a equipe de especialistas localizou ‘sinais’ que sugerem que essas chamadas megaestruturas foram de fato construídas em torno de sóis distantes.

O estudo sugere que especialistas descobriram sinais de até 8.000 megaestruturas alienígenas.

“Descobrimos que uma pequena fração de estrelas, de fato mostra discrepâncias de distância do tipo esperado para esferas Dyson quase completas,” escreveram os cientistas no estudo.

“Descobrimos que 8.000 estrelas (mais ou menos 4% dos objetos em comum entre as duas pesquisas) têm qualidade de dados suficiente para permitir que possíveis candidatos à esfera de Dyson sejam eficientemente destacados.”

Um das principais candidatas do novo estudo é uma estrela chamada de TYC 6111-1162-1, que foi a candidata mais interessante para uma investigação mais aprofundada, o que significa que é considerada a estrela mais provável para ter uma esfera Dyson em torno dela.

Os cientistas chegaram a esta conclusão depois de analisar dados obtidos pela sonda Gaia da Agência Espacial Europeia, que concluiu recentemente uma missão, mapeando mais de UM BILHÃO de estrelas em três dimensões.

“A missão Gaia irá nos próximos anos permitir pesquisas  sobre esferas de Dyson que são complementares para pesquisas com base em assinaturas de resíduos de calor em comprimentos de onda infravermelhos. A pesquisa limitada deste tipo também é possível no momento atual, através da combinação de distâncias de paralaxe do Gaia, com distâncias de espectrofotometria de levantamentos terrestres“, escreveram especialistas em seu estudo.

Especialistas afirmam que, dentro desse maciço mapa reunido pelo GAIA, encontraram evidências de possíveis sinais de estruturas supermassivas comumente referidas como Esferas de Dyson, estruturas tecnológicas massivas no espaço, construídas em torno de estrelas alienígenas distantes para aproveitar sua energia.

Como observado no estudo, várias pesquisas por potenciais esferas de Dyson foram feitas no passado.

Infelizmente, todos os estudos anteriores não conseguiram encontrar vestígios das chamadas megaestruturas.

Cientistas notam que construir uma esfera de Dyson no espaço não é uma tarefa fácil. Além de exigir enormes quantidades de material, essas estruturas levariam muito tempo para serem construídas.

Portanto, os cientistas inventaram uma nova maneira de caçar as esferas de Dyson. Eles assumem que, em vez de ser uma estrutura sólida e enorme, as esferas de Dyson também poderiam ser uma série de usinas menores, colocadas estrategicamente em volta de uma estrela alienígena.

“A esfera de Dyson normalmente não é vista como uma casca sólida, mas sim como um enxame denso e esférico de satélites de absorção, com cada satélite absorvendo uma pequena fração da radiação estelar.”

Felizmente para nós humanos, já elaboramos um plano que nos permite colocar nossa primeira esfera de Dyson ao redor do nosso Sol em apenas cinco anos.

Ao envolver o Sol com uma enorme variedade de painéis solares, a humanidade iria se tornar em uma civilização Kardashev Tipo 2, capaz de utilizar quase 100% da produção de energia solar, escreve George Dvorsky, do site sentientdevelopments.com.

A informação foi extraída dos seguintes sites:

SETI With Gaia: The Observational Signatures of Nearly Complete Dyson Spheres

arXiv/ SETI WITH GAIA: THE OBSERVATIONAL SIGNATURES OF NEARLY COMPLETE DYSON SPHERES

(Fonte)


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