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Os ETs não são hostis e estão nos documentado – Major aposentado da Força Aérea dos EUA

Os ETs não são hostis

Navegando pela internet encontrei o testemunho incrível de um Major aposentado da Força Aérea dos EUA e PhD em Engenharia Civil, Dr. Milton Torres.

Nos dois vídeos de uma entrevista com ele, que você poderá ver mais abaixo, o Dr. Torres descreve seu avistamento de um OVNI do tamanho de um porta-aviões, enquanto servia a Força Aérea dos EUA na Inglaterra em 1957. Na ocasião, ele recebeu as ordens para derrubar o OVNI, mas, como já era de se esperar, não foi capaz, pois o objeto se retirou numa velocidade incrível.

O Dr. Torres diz ter sido visitado por um “agente”, que lhe disse para não comentar nada sobre o incidente.

O Major aposentado, e provavelmente já falecido (não encontrei informação a respeito disso) também disse estar convencido de que os alienígenas estão visitando e estudando o nosso planeta. Ele também não pensa que os alienígenas sejam hostis e, na verdade, estão preocupados com a possibilidade de ocorrer uma Terceira Guerra Mundial.

No site colinandrews.net, encontrei a narrativa completa do então Major Milton Torres, cuja tradução de alguns trechos importantes pode ser lida abaixo:

Foi uma noite típica inglesa em Kent. A 406th Fighter Wing tinha sido designada para um setor em particular (RAF) e para que o F-86D (jato de combate Super Saber) ficasse em alerta (em
QRA) como um requisito operacional. A data era 20 de maio de 1957…

…Nesta noite particular, o 514th Fighter Interceptor teve uma missão de alerta. Dois F-86D estavam em alerta de 5 minutos na extremidade sul da pista na estação RAF
Manston, aguardando o sinal para se movimentarem…

…Lembro-me da chamada para decolar com bastante clareza e nos foi dado um vetor de 120 graus e um nível de vôo de Angel 32. (32.000 pés de altitude.) Estávamos em voo dentro dos 5 minutos e rapidamente subimos e nivelamos em FL320. Nosso vetor nos levou para fora
sobre o Mar do Norte, a leste de East Anglia…

…Fui informado da situação com bastante clareza! A informação inicial do controle terrestre (no
radar) foi a de que estavam observando durante um tempo considerável, uma sinal que orbitava a área de East Anglia… …Aparentemente, havia muito pouco movimento e, a partir da minha conversa com o GCI (Controle em solo), todos os procedimentos normais de identificação com todas as agências de controle revelou que este era um vôo não identificado, com padrões de voo muito incomuns . Na informação recebida inicialmente, sugeriu-se que um ‘bogey‘ (aeronave não identificada) estava realmente imóvel por um longo período! (Esta foi sobre a área de Ipswich!)

As instruções vieram para ativar “gate“, a fim de acelerar a intercepção. Gate era o termo para usar
potência máxima, no caso do F-86D, que significou o pós-combustão completa e proceder a um
ponto inicial em torno de 32 mil pés. Por esta altitude, meu radar estava ligado e eu já estava procurando pelo “bogey“. As instruções vieram para relatar quaisquer observações visuais ,
à quais eu respondi: “Estou dentro da ‘sopa’ e é impossível ver qualquer coisa!” O tempo estava provavelmente apresentando alto stratus, mas sobre o Mar do Norte naquele clima, nenhum quadro de referência era disponível, ou seja, sem estrelas, sem luzes, sem silhuetas, nada sobre nada. O GCI confirmou o vetor e seu diálogo descrevendo o estranho comportamento do OVNI!…

…ENTÃO RECEBI A ORDEM DE DISPARAR uma salva total de foguetes no OVNI! Eu era apenas um
jovem tenente na época (26 anos) e muito consciente da gravidade da situação. Para
ser sincero, quase caguei nas minhas calças! De qualquer forma, eu tinha minhas mãos cheias tentando voar, procurando por ‘bogeys‘ e agora selecionando uma carga de disparos nos botões de controle. Pedi “autenticação” da ordem para disparar e eu recebi!…

…A autenticação / verificação de fogo foi validada. Eles não estavam brincando! Então selecionei
meus 24 foguetes para a salva…

…Minha volta final foi dada e as instruções foram dadas para eu olhar 30 graus para a esquerda, para o meu ‘bogey‘. Não tive nenhuma dificuldade. Lá estava ele exatamente onde me disseram que estaria, a 30 graus e a 15 milhas (24 quilômetros). O “blip” (sinal) estava queimando um buraco na tela do radar com o sua intensidade incrível. Era semelhante a um “blip” que recebi dos B-52…

Eu consegui uma ‘trava’ (no alvo) que teve as proporções de um porta-aviões! Por isso, quero dizer, o “retorno” do radar foi tão forte que não poderia ser ignorado pelo sistema de controle de fogo no F-86D…

Não posso explicar às pessoas leigas exatamente o que quer dizer, a não ser dizer que foi o melhor alvo que já havia conseguido travar em somente alguns segundos, e estava a exatamente 15 milhas, o que era o alcance máximo para o bloqueio.

Então eu chamei o GCI, ‘Judy‘, o que significa que eu tomaria todas as informações de direção adicionais de meu próprio computador de radar.

… O ponto foi centralizado e apenas pequenas correções eram necessárias. Esta foi uma interceptação muito rápido e o círculo
começou a encolher… …Não havia nenhuma maneira de saber qual era a velocidade real do OVNI, pois ele poderia estar viajando em números mach (velocidade do som) muito altos e eu só podia ver 200 nós negativo…

…Eu relatei ao GCI e… …informei que eu ainda estava na sopa e não conseguia ver nada. Por esta altura o OVNI tinha ‘saído da trava do radar…

…Mais uma vez relatei que ele se foi, apenas para ser informado de que ele agora estava fora do alcance deles também.

Com a perda do blip fora do escopo, a missão acabou. Fomos chamados de volta.

Com o nível de detalhamento técnico que pode ser visto nas declarações originais do Major Milton Torres, não há o que duvidar de seu testemunho.

Veja a entrevista feita com o Dr. Milton Torres abaixo sobre seu avistamento (Para informações de como ativar a legenda em português, embora esta não seja precisa, clique aqui):

Mesmo com a enorme quantidade de registros de atividades de OVNIs por todo o mundo, muitos deles feitos pelos próprios militares, ainda há pessoas que duvidam do fenômeno. Os documentos oficiais foram disponibilizados ao público através da Lei de Liberdade da Informação em vários países, inclusive no Brasil, e muitos daqueles que ainda duvidam do fenômeno é porque não têm conhecimento dessa documentação. A verdade está exposta na nossa cara, e nem precisa olhar para o céu.

Se você está interessado em acessar o  site do Arquivo Nacional (Brasil) para pesquisar os documentos liberados aqui, siga este link: http://sian.an.gov.br/sianex/consulta/pagina_inicial.asp

Abaixo, um artigo interessante que mostra que o governo do Reino Unido ainda está relutante em liberar um dos documentos mais importantes sobre o fenômeno dos OVNIs naquele país, que envolveu militares estadunidenses, um dos quais chegou a tocar o OVNI, mas que sofre hoje com sua saúde debilitada provavelmente devido à sua exposição à radiação daquela nave:

Arquivos secretos recém liberados pelo Reino Unido podem provar o acobertamento militar dos OVNIs

n3m3

Termos recém pesquisados por leitores:

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