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Cientistas cogitam procurar por alienígenas extintos

Cientistas agora contemplam civilizações alienígenas extintas e a possibilidade de encontrá-las e explorar suas ruínas para aprender sobre elas.

Andrew Siemion, diretor do Centro de Pesquisa SETI em Berkeley, na Califórnia, diz:.

Ao melhorar nossa compreensão da Terra antiga e a história do nosso sistema solar, talvez possamos algum dia descobrir evidências que sugerem a atividade de outra civilização tecnológica aqui em nossa vizinhança.

Uma das questões abertas da astrobiologia é se existe uma vida atual ou extinta em outro lugar do Sistema Solar. O astrônomo Jason Wright, da Universidade Estadual da Pensilvânia diz que estamos procurando por uma vida microbiana ou, na melhor das hipóteses, sem inteligência, mesmo que os artefatos tecnológicos possam ser muito mais fáceis de encontrar.

A procura por artefatos alienígenas no Sistema Solar geralmente pressupõem que as origens desses artefatos sejam de além do nosso Sistema Solar, embora a vida tenha existido no Sistema Solar, na Terra, por muito tempo.

Mas se uma espécie tecnológica anterior, talvez espacial, surgisse no Sistema Solar, ela poderia ter produzido artefatos ou assinaturas tecnológicas que sobreviveram até hoje.

As origens e locais possíveis para as tecnoassinaturas de uma dessas espécies tecnológicas indígenas anteriores poderiam ter surgido na Terra antiga ou em outro corpo, como em um Vênus antes de se tornar uma ‘estufa’, ou em um Marte molhado.

No caso de Vênus, a chegada de seu efeito estufa global e potencial ressurgimento poderia ter apagado todas as evidências de sua existência na sua superfície. No caso da Terra, a erosão e, em última análise, o movimento das placas tectônicas podem ter apagado a maioria dessas evidências, se essas espécies vivessem um bilhão de anos atrás.

Wright sugere que poderia ter havido uma explosão na vida por volta ou após o período Cambriano, quando uma onda súbita de animais complexos apareceu, de acordo com registros fósseis.

Uma catástrofe cósmica pode ter destruído esta espécie inicial, apagando todos os sinais que existiam e “forçando a biosfera a começar de novo com as poucas espécies unicelulares que sobreviveram”, escreve Wright.

Podemos já ter visto tecnoassinaturas em registros geológicos, mas tê-los confundidos com fenômenos naturais, disse Wright. Ou, a evidência pode ter desaparecido, apagada da superfície pelo deslocamento das placas tectônicas.

Ele escreve em seu artigo:

A Terra é bastante eficiente, em prazos cósmicos, para destruir evidências de tecnologia em sua superfície.

Wright “ressalta corretamente que existe uma ampla oportunidade para que isso tenha ocorrido”, diz Siemion.

A Terra é o único lugar conhecido por hospedar a vida inteligente, o que a torna um alvo privilegiado para este tipo de pesquisa. A vida, afinal, se desenvolve em planetas com condições ambientais adequadas, e a Terra forneceu exatamente isso.

Poderia-se esperar que outras tecnoassignaturas indígenas sejam extremamente antigas, limitando os lugares que ainda podem ser encontradas abaixo das superfícies de Marte e da Lua, ou no Sistema Solar externo.

Marte, em particular, pode ser bem mapeado por orbitadores e jipes-sondas, mas artefatos tecnológicos podem estar enterrados sob sua superfície.

Wright disse:

Pelo que sabemos, talvez Vênus tivesse cidades por lá há um bilhão de anos e agora elas se foram.

A sugestão de que os artefatos de outras espécies inteligentes podem estar espalhados em torno do sistema solar é antiga, disse Wright, primeiro considerada na literatura na década de 1890.

Ele disse:

Uma vez que sentimos que tínhamos bons mapas de tudo, uma vez que fomos a Marte e mapeamos Marte e mapeamos as luas de Júpiter, tudo se tornou muito menos estranhos. Faz sentido que os astrônomos agora busquem em outros lugares, estudando os oceanos subterrâneos da Europa (Lua de Júpiter) e Encélado e ouvindo sinais de rádio em torno de estrelas a anos-luz de distância. Mas a existência de tecnoassinaturas de uma espécie antiga em algum ponto do tempo, permanece plausível.

 

Se uma “espécie tecnológica indígena” já existiu em algum lugar do sistema solar, por que ela desapareceu?

Wright sugere um impacto de asteroide que levou à uma extinção em massa, uma supernova próxima a 30 anos-luz, ou uma explosão letal letal de raios gama. Ou, talvez, as espécies, como algumas delas, acabaram desaparecendo, deixando para trás as pistas de sua história e alguns sinais corroídos de sua existência.

(Fonte)

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