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Após sete meses de hibernação, a sonda Philae desperta sobre cometa

PhilaeEm novembro de 2014, o OVNI Hoje publicou um artigo a respeito do feito histórico da sonda Philae, que pousou na superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.  Infelizmente, pouco tempo depois foi reportado que sonda teria ficado sem bateria e não poderia continuar a transmissão de dados sobre aquele misterioso corpo celeste.  

Agora, o seguinte artigo foi publicado no site europeu www.efe.com:

EFE | PARIS

O módulo Philae deu sinais de ter recuperado a sua atividade após uma letargia de quase sete meses sobre a superfície do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, informou neste domingo a Agência Espacial Europeia (ESA) na sua conta no Twitter.

“Olá Terra. Podes me ouvir?”, tuítou a missão Philae Lander, para perguntar depois, no seu habitual tom descontraído e personalizando: “Quanto tempo estive a dormir?”.

O astrónomo ucraniano Klim Churyumov, co-descobridor do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. EFE/Arquivo

O astrônomo ucraniano Klim Churyumov, co-descobridor do cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko. EFE/Arquivo

A sonda Rosetta recebeu noite passada um curto sinal de 40 segundos vindo da Philae, o que indicaria que as suas baterias foram reativadas e que o aparelho resistiu as condições meteorológicas e ambientais, informou o Centro Nacional de Estudos Espaciais (CNES) francês.
“A boa notícia chegou no meio da noite, quando Philae respondeu às nossas chamadas. Tivemos ao redor de dois minutos de link entre Rosetta e Philae, e 40 segundos de dados. Agora é preciso analisar tudo isto, mas Philae vive”, explicou o presidente do CNES, Jean-Yves Le Gall, à emissora “RTL”.

Philae pousou na superfície do cometa em 12 de novembro e permaneceu operacional durante quase 57 horas, conseguindo enviar dados valiosos, embora depois, ao chegar numa zona escura do corpo celeste, não conseguiu recarregar as suas baterias solares e entrou em hibernação.

Nas últimas semanas, os cientistas da missão Rosetta já tinham previsto que o módulo poderia despertar em junho, à medida que o cometa se aproximasse do Sol e que as baterias solares que alimentam Philae tivessem a oportunidade de se recarregar.

A sonda Rosetta viajou dez anos a mais de 510 milhões de quilômetros da Terra para poder depositar Philae no cometa.

n3m3

Fontewww.efe.com

Colaboração: Fernando Ramos

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