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NASA transfere para a iniciativa privada o transporte de pessoas para a Estação Espacial Internacional

A seguinte notícia foi publicada no site oglobo.globo.com:

 

FLÓRIDA – A NASA anunciou nesta terça-feira o retorno das missões americanas no envio de astronautas ao espaço, mas agora com a ajuda de empresas privadas. A tradicional Boeing e a novata SpaceX vão dividir a responsabilidade em contratos que somam US$ 6,8 bilhões para a construção de aeronaves que servirão de veículo de transporte para a Estação Espacial Internacional, com os primeiros voos previstos para 2017.

“Hoje, com a escolha da Boeing e da SpaceX para serem as primeiras companhias americanas a lançar nossos astronautas para a Estação Espacial Internacional, a NASA monta o palco para o que promete ser o capítulo mais ambicioso e emocionante na história da exploração espacial”, diz a agência americana, em comunicado.

A Boeing ficou com a maior parte do contrato: US$ 4,2 bilhões para a espaçonave CST-100. Já a SpaceX (Space Exploration Technologies, fundada há pouco mais de dez anos pelo bilionário Elon Musk) terá US$ 2,6 bilhões para desenvolver a aeronave Dragon. Os lançamentos serão realizados no Kennedy Space Center, no complexo de Cabo Canaveral, na Flórida.

O anúncio põe fim à dependência americana em relação aos foguetes russos no lançamento de astronautas ao espaço. Desde julho de 2011, quando o ônibus espacial Atlantis retornou de sua última missão, que os EUA não lançam astronautas a partir do solo americano. Atualmente, a NASA paga US$ 70 milhões por pessoa para pegar carona nas cápsulas russas Soyuz.

URGÊNCIA POR CAUSA DA CRISE NA UCRÂNIA

Segundo a agência Reuters, o contrato ganhou urgência nos últimos meses por causa da escalada das tensões com a Rússia envolvendo a Ucrânia. Desde a aposentadoria dos ônibus espaciais a Rússia detém o monopólio do envio de astronautas para a Estação Espacial Internacional. A China, único país além de EUA e Rússia capaz de enviar homens ao espaço, não faz parte do consórcio de 15 países que mantem a estação.

Para solucionar o problema da falta de voos partindo de solo americano, a NASA criou em 2010 o Commercial Crew Program. Desde então, cerca de US$ 1,5 bilhão foram investidos em empresas privadas para o desenvolvimento de espaçonaves capazes de transportar, com segurança, astranautas ao espaço.

A CST-100 da Boeing faz parte do programa e já recebeu mais de US$ 100 milhões de investimentos da agência americana. A espaçonave vai acomodar até sete passageiros, ou uma combinação de carga e pessoas. Em 2012, a Dragon, da SpaceX, foi a primeira nave privada a entregar carga na Estação Espacial Internacional. Segundo a empresa, ela será adaptada para transportar pessoas.

n3m3

Fonte: oglobo.globo.com

Colaboração: André Andrade

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