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Peça ainda não identificada perfura telhado de casa em Goiás, Brasil

Já ouviu falar de PVNI (Peça Voadora Não Identificada)? É claro, o termo não existe (ainda), pois acabei de inventar após ler o artigo abaixo, que foi publicado no Portal G1.

Parece que a incidência deste tipo de caso tem aumentado nesses últimos meses.  Veja:

A consultora de vendas Lilian Moraes tenta descobrir a origem de um objeto ainda não identificado que caiu sobre a residência de sua família, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. A peça metálica perfurou o telhado do imóvel e, ao cair no chão, estragou a cerâmica.

O objeto atingiu a casa na noite de terça-feira (8) e provocou um grande barulho. Lilian afirma que se queimou ao encostar na peça, sinal de que pode ter caído em alta velocidade. “Acredito que o objeto estava em chamas, pois, quando eu o localizei em casa, estava muito quente.”

 

Peça não identificada que perfurou teto de casa em Goiás, Brasil.

Peça não identificada que perfurou teto de casa em Goiás, Brasil. (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Os moradores da casa acreditam que o objeto possa ser uma peça de algum satélite ou até de um avião. No entanto, o mecânico de aeronaves Idelbrando Carvalho, que trabalha na área há mais de 35 anos e já fez parte da Força Aérea Brasileira (FAB), descarta a hipótese de que o objeto faça parte de um satélite, pois a peça se desmancharia ao entrar na atmosfera terrestre. A origem exata também é um mistério para o profissional.

“Tudo passa por uma identificação na aviação, até mesmo se fosse um satélite. Todas as peças têm um código que fazem parte de um manual. Pode-se dizer que é de uma aeronave, mas sem identificação fica difícil identificar exatamente por que ela não tem o número de série nem de fabricação”, disse Carvalho.

O Corpo de Bombeiros, que recolheu o objeto após atingir a residência, também não tem pistas sobre a origem dele. “Se fosse uma peça de avião, e as aeronaves andam em alta velocidade, a trajetória dela teria que ser uma parábola, mas o objeto caiu em linha reta. Isso é outra coisa que gera dúvida para nós”, apontou o subcomandante dos bombeiros de Rio Verde, capitão Eduardo Monteiro.

A peça será enviada para o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), para que seja descoberta sua origem.

Se essas ocorrências continuarem a aumentar, um ótimo novo chavão será: “Olhos nos céus, porque vem coisa!

n3m3

Fonte: Portal G1

Colaboração: Nair Formighieri

 

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