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Aeronaves Não Tripuladas poderão tomar conta do espaço aéreo de todo mundo

Aeronaves não tripuladas

Um enxame de 30 Aeronaves Não Tripuladas, ou UAS em inglês, invadiram o céu da Universidade Tecnológica de Queensland.

O Centro Australiano de Pesquisa para a Automação Aeroespacial (ARCAA – em inglês), liderado pela Universidade Tecnológica de Queensland, foi comissionada pela empresa Thales, a principal fornecedora de sistemas de Gerenciamento de Tráfego Aéreo, para avançar a pesquisa sobre as implicações do gerenciamento de tráfego aéreo para Sistemas de Aeronaves Não Tripuladas, ou Unmanned Aircraft Systems (UAS), em inglês, em espaço aéreo civil não segregado.  Duncan Campbell, diretor da ARCAA, disse que a instituição conduzirá um estudo de levantamento para identificar os desafios chave associados com as operações de rotina dos UAS dentro do sistema de gerenciamento do espaço aéreo australiano.

Faremos isto em colaboração com o Centro de Pesquisa Aeroespacial Wackett, na Universidade de RMIT“, disse ele.  “Identificaremos o trabalho de integração aeroespacial existente dos UAS que esta sendo conduzido em outras partes do mundo, inclusive projetos que estão sendo conduzidos pela Thales, e assim apontar quaisquer conceitos operacionais específicos para a operação dos UAS no ambiente distinto da Austrália.  Também, os desafios da responsabilidade de operação dos UAS dentro do sistema atual aeroespacial serão identificados e uma proposta final será apresentada para um programa de pesquisa completa, a fim de colocar a pesquisa em andamento.

O CEO da Thales, Chris Jenkins, disse que como líder em pesquisa dos UAS, o ARCAA está idealmente capacitada para assumir tal projeto.

Apesar dos UAS ainda não terem adentrado o espaço aéreo civil de forma rotineira, eles se tornarão predominantes“, disse Jenkins. “Os UAS estão se movendo a passos largos além da esfera militar, para dentro do âmbito governamental e do setor privado.  Seu uso irá aumentar no futuro, e os sistemas de gerenciamento de tráfego aéreo precisam ficar prontos para acolhê-las.  Como empreiteiro principal para o sistema de gerenciamento do tráfego aéreo da Austrália, e grande exportador da tecnologia, estamos posicionados de forma vantajosa para trabalharmos de forma próxima com o ARCAA e outros participantes, para progredir na interação dos UAS na estrutura existente ATM”.

O professor Campbell disse que a superação dos obstáculos iniciais “nos permitirá dar um passo mais próximos de um espaço aéreo completamente integrado, onde os UAS serão capazes de ser utilizados por muitas novas aplicações civis“.

Ele disse que os UAS têm o potencial de fornecer grandes benefícios, particularmente em tempos de desastre, quando uma aeronave não pode ser enviada para averiguar incêndios florestais ou enchentes, e fornecer uma visão em tempo real para gestores de ações emergenciais.

Espero que logo nos acostumemos a diferenciar estes veículos não tripulados dos OVNIs que possam ser manifestações de outras tecnologias.

n3m3

Fonte: www.uasvision.com

Colaboração: Alexandre Penedo

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