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Civilizações avançadas podem estar morando dentro de gigantescos buracos negros

civilizações avançadas podem viver dentro de gigantescos buracos negros Astrônomos reportaram no ano passado que descobriram os maiores buracos negros já encontrados no universo; um abismo 10 vezes do tamanho do nosso sistema solar, abrangendo regiões ou “event horizons” aproximadamente cinco vezes a distância entre o Sol e Plutão, ou 2.500 vezes tão grande quanto o buraco negro no centro da Via Láctea, nossa galáxia. (Um “event horizon” é “o ponto de não retorno”; o ponto onde o a atração gravitacional é tão grande que é impossível de se escapar.)

O maior destes monstros, que pesa o mesmo tanto de 21 bilhões de Sóis, está em uma galáxia em forma de ovo conhecida como NGC 4889.

Chung-Pei Ma, liderou uma equipe de astrônomos da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que usaram os observatórios de Gemini e Keck no Havaí e o Observatório McDonald no Texas para pesar buracos negros nos centros das galáxias, registrando as velocidades das estrelas que os orbitam.  Quanto mais rápidas as estrelas forem, maior é a gravidade – assim, maior a massa – que é necessária para manter as estrelas de escaparem de suas órbitas.

Estes glutões cósmicos crescem junto com suas galáxias, engolindo gases, planetas e estrelas.

De acordo com o cosmólogo Vyacheslav Dokuchaev, do Instituto de Pesquisa Nuclear de Moscou da Academia Russa de Ciências, os espaços internos desses gigantescos buracos negros podem ser menos hostis do que pensamos, possivelmente com regiões estáveis onde a vida e até mesmo planetas possam existir. Buracos negros que rodam têm uma estrutura interna complexa que permite fótons e partículas de maior magnitude orbitam de forma segura no centro da singularidade. “Nossa hipótese é de que civilizações avançadas podem viver de forma segura dentro de gigantescos buracos negros nos núcleos galácticos, estando invisíveis para os que estão do lado de fora

As marés gravitacionais do centro da singularidade são tão poderosas que nem mesmo a luz não escapa. Dokuchaev estudou as dinâmicas das órbitas planetárias periódicas estáveis que não estão na região central do buraco negro, nem o escapam, criando espaço para vida nos corações negros dos núcleos galácticos.

A pesquisa de Dokuchaev demonstra que “morando dentro do buracos negros eternos é possível em princípio, se estes buracos negros estiverem rodando e sejam massivos o suficiente para enfraquecer as forças e a radiação das ondas gravitacionais a um nível aceitável“.  Na escala do Kardashev, civilizações avançadas do Tipo III (aquelas que atingiram domínio dos recursos de suas galáxias) poderiam habitar estes interiores dos buracos negros.

A região central da singularidade ilumina os planetas que orbitam internamente e fornece energia para suportar a vida“, ele adicionou.

Ao chegar no “event horizon” de um buraco negro, um suposto observador entra numa região onde as dimensões radiais são mais parecidas com tempo do que espaço.  Além desta região é onde estas dimensões novamente normalizam,  mudando para um plano onde existem as órbitas estáveis para planetas massivos.

O domínio interno do buraco negro, escondido pelos dois horizontes, desde o universo externo, é na verdade um lugar apropriado para uma habitação segura,” escreve Dokuchaev.  “A única coisa necessária é colocar um veiculo, ou seu planeta, em uma órbita periódica estável dentro do buraco negro.

Para existir neste domínio, qualquer civilização teria que superar condições extremas, tais como as enormes forças gravitacionais.

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Fonte: www.dailygalaxy.com

Colaboração: Marcos Roberto Santos

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