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NASA financia aeronave bidirecional

Daqui para frente, cada vez mais ficará difícil de saber se os OVNIs avistados são ‘nossos’, ou ‘deles’.

Configuração para vôo subsônico (decolagens e aterrissagens).

A NASA está financiando o projeto de um desenho inovador de aeronave, que ao invés de deslocar suas asas para trás ao para se aproximar de velocidade supersônicas para tornar sua superfície a menor possível, como a aeronave B-1 Lancer,  ele propõem algo totalmente diferente.

A aeronave conceito apresentada é uma “asa voadora bidirecional supersônica”, ou SbiDir-FW, em inglês. Esta aeronave gira totalmente a 90 gráus para fazer a transição de vôo subsônico para supersônico.  O conjunto de motores continua posicionado na direção do vôo, mas o resto da aeronave gira até que seu nariz e cauda se tornem as asas.  A figura acima mostra a configuração subsônica, para decolagens e aterrissagens, enquanto que a abaixo mostra a configuração supersônica:

Configuração para vôo supersônico.

A única diferença estrutural que pode ser notada é a presença de álulas nas ponstas das asas, para vôo subsônicos.  Ao dobrar essas álulas para baixo, aparentemente o efeito aerodinâmico causa todo o conjunto de rotacionar 90 graus por si mesmo, sem requerer um sistema de força dedicado. Quando as álulas são dobradas novamente, a aeronave retorna à configuração subsônica, mantendo o conjunto de motores na mesma direção de vôo.

O SBiDir-FW almeja resolver um problema inerente em aeronaves supersônicas, que é a diferença de desempenho entre os dois tipos de vôo (subsônico e supersônico), os quais exigem desenhos conflitantes entre si.

Estas são as características da aeronave proposta:

  •  Velocidade máxima entre Mach 1.6 e Mach 2,0 (1800 a 2400 km/h), que permitiria um vôo de Los Angeles a Nova Iorque em menos de 2 horas.
  • Uma configuração supersônica altamente eficiente, com baixo índice de arrasto aerodinâmico e sem o estrondo supersônico, o que permitiria que ele voasse sobre os continentes.
  • Uma configuração subsônica que o faria capaz de decolar em menos de 750 metros.
  • Assentos para até 70 passageiros.

A NASA prometeu US$100.000 para ajudar os projetistas da Universidade de Miami levar este novo conceito a um túnel de vento para testes.  Se tudo correr bem, há um potencial para outros US$500.000 futuramente.  Esse montante não é suficiente para este projeto, mas pode ser o suficiente para iniciar os teste operacionais, afim de confirmar o funcionamento deste inovador desenho.

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Fonte: www.nasa.gov através de dvice.com

 Colaboração: Vilson Censi

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