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A busca oficial aos ETs chega ao fim… pelo menos por enquanto

O artigo publicado logo antes deste, (link) fala de esforços criativos, embora com caráter comercial, para tentar entrar em contato com uma possível civilização extraterrestre na constelação de Sagitário, da qual poderia ter originado um sinal de rádio que chegou até nós em 1977.  Contudo, o mês passado também nos trouxe uma notícia não tão boa assim: a falta de fundos para continuidade do Projeto SETI.

Veja o artigo escrito por Larissa Veloso, para a revista Isto É:

O astrônomo J.R. Forster monitora as 42 antenas do Allen Telescope Array, à espera de alguma mensagem enviada por um ET

Desde que a humanidade descobriu que a Terra não é o centro da galáxia, a possibilidade de existência de outras civilizações fora do nosso planeta ronda o imaginário dos homens. Depois de Copérnico ter provado a teoria heliocêntrica, o conhecimento sobre o universo e as tecnologias para observá-lo aumentaram exponencialmente. Mas ainda continuamos sem a resposta para uma das perguntas fundamentais: estamos sós? Na procura por uma definição, em 1984 os americanos lançaram o instituto Seti (busca de inteligência extraterrestre, na sigla em inglês). Depois de muita empolgação inicial e de 42 antenas terem sido plantadas na Califórnia, o projeto chega aos dias de hoje à míngua, vítima da demora em produzir resultados concretos.

Na última semana, o instituto sem fins lucrativos realizou um congresso para divulgar o programa e angariar fundos. O objetivo era atrair doadores que possam completar o aporte de US$ 40 milhões para finalizar o Allen Telescope Array, seu principal programa. O ATA, como é chamado, foi concebido para ter o menor custo possível. Em vez de usar uma única e enorme antena, os pesquisadores planejam instalar várias menores, criando um campo similar ao de uma antena de 114 metros de diâmetro. Com os equipamentos, monitoram os céus à procura de sinais radiofônicos que sejam característicos de uma civilização inteligente. A tecnologia é similar à usada em sistemas de televisão.

Apesar da busca por saídas econômicas, os astrônomos só conseguiram montar 42 das 350 antenas previstas no projeto. E mais: por falta de financiamento, a operação dos instrumentos chegou a ficar sete meses parada no ano passado. O que salvou os equipamentos da deterioração por falta de uso foi a Força Aérea americana. Em abril deste ano, os militares contrataram os serviços do instituto de pesquisa SRI, que usou o Allen Telescope Array para monitorar detritos espaciais próximos à Terra.

Para ler o restante do artigo, favor clicar no seguinte link, para acesso ao site de origem: www.istoe.com.br

Contudo, não há razão alguma para os entusiastas da procura pela vida extraterrestre se desanimarem.  Primeiro, vale notar que civilizações extremamente avançadas que possam existir lá fora, possivelmente estariam utilizando algum outro tipo de transmissão muito mais eficiente do que ondas de rádio.  Também, é bem possível que as ondas de rádio sendo transmitidas por possíveis civilizações que estejam no mesmo nível de desenvolvimento de nós terráqueos, estejam sendo dissipadas por algum fenômeno ainda desconhecido que ocorra no espaço, e chegam até nós interpretadas pelos cientistas como meramente descargas de estática produzidas por explosões de supernovas, quasars, ou coisa que o valha.  Daí o ‘inquietante silêncio’ que tanto nos intriga.

O fato do SETI estar em maus lençóis financeiramente não anula todos os avistamentos de OVNIs que têm sido relatados por desde os primórdios de nossa história, e tampouco os relatos de contatos imediatos do terceiro grau com seres estranhos à nossa cultura, amplamente documentados, até mesmo por médicos psicanalistas, porém ainda negados por aqueles que se recusam a acreditar na existência de mais alguém inteligente lá fora, ou simplesmente não querem que a verdade seja divulgada.

A busca continua todos os dias, por todos que querem que a verdade seja trazida à tona, e entendem que a impossibilidade não reside na existência de raças extraterrestres, mas sim, no contrário.  Com os bilhões em cima de bilhões de estrelas em somente em nossa galáxia, e com a confirmação recente de que elas possuem mesmo planetas em suas órbitas, uma pequena dose de bom senso já nos diz que o impossível é estarmos sós no Universo.

n3m3

Colaboração: Alberto Martins

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