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Luz ultrapassa a sua própria velocidade

Desde que foi declarado pela ciência (teoria da relatividade de Einstein) que a velocidade máxima da luz  seria de aproximadamente 300.000 km/s  — sim, trezentos mil quilômetros por segundo –, e que nada poderia viajar mais rápido do que ela, o sonho de uma viagem interestelar para nós humanos praticamente foi por água abaixo.

Levando-se em consideração que demoraria 4,2 anos viajando à velocidade da luz para chegarmos até Alfa Centauro (o sistema solar mais próximo do nosso), haveriam ainda outros fatores complicatórios em jogo aqui, tais como aonde conseguir tanta energia para que pudéssemos impulsionar uma nave à esta velocidade, e como fazer com que o frágil corpo humano aguentasse tal aceleração.

Baseados nesses e mais outros fatores físicos, os cientistas hoje declaram não ser possível alcançarmos outros sistemas solares, pelo menos por enquanto.

Mas há outros meios teóricos de se cobrir as grandes distâncias impostas pelo nosso universo, e um deles seria encontrar atalhos por intermédio dos chamados “buraco de minhoca”.  Porém, isso é assunto para outro artigo, porque a notícia de hoje é sobre uma descoberta que desafia, mas não de forma total, alguns paradigmas sobre a velocidade da luz.

De acordo com artigo publicado pelo www.inovacaotecnologica.com.br, dois grupos independentes de pesquisadores acabam de demonstrar duas formas diferentes de fazer com que pulsos de luz viajem à uma velocidade superior aos 300.000 km/s.

Esta nova descoberta não irá permitir que viajemos para outros sistemas solares dentro de nossa galáxia, mas poderá ajudar a aumentar a velocidade de transmissão das informações que trafegam dentro de fibras ópticas.

Nos experimentos realizados, os dois grupos de cientistas conseguiram fazer com que a luz surgisse do outro lado do mídia utilizada, antes mesmo dela ter entrado na frente do material. (Para maiores detalhes sobre esta descoberta, favor acessar o site de origem: www.inovacaotecnologica.com.br).

Apesar deste fato não solucionar ainda nosso problema das viagens interestelares, ele serve para ilustrar perfeitamente que ainda temos muito para descobrir e que a afirmação científica de ontem pode ser a “tese que era errada” de amanhã, como acontece constantemente e de forma mais acelerada em nossos dias.

n3m3

Fonte da informação: www.inovacaotecnologica.com.br

Colaboração: Fernando Ramos,

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