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Cinco alegações científicas ousadas sobre a vida alienígena

De forma geral, devido ao modo com que a ciência opera,  a existência de vida extraterrestre (inteligente ou não) é rejeitada por grande parte dos cientistas, com alegações de que são necessárias evidências irrefutáveis desta realidade para que a mesma seja aceita.

O problema é que mesmo quando evidências sólidas são apresentadas, os cientistas que estão no “poder”, ou seja, aqueles que querem preservar o ‘status quo‘ e têm domínio sobre os fundos das pesquisas, são relutantes e assumem imediatamente uma postura de rejeição.  Isto é fácil de entender, pois de outra forma suas próprias teorias cairão por terra abaixo, e subsequentemente perderão seu” financiamento”. Assim, por já terem se posicionado  como céticos da existência de vida fora da Terra por intermédio de seus históricos, nunca irão dar o braço a torcer de estarem errados, o que tornando difícil a vida daqueles que tentam mostrar a verdade sobre a vida extraterrestre.

Mesmo assim, alguns cientistas corajosos continuam trabalhando para provar a realidade da vida extraterrestre e abaixo apresentamos cinco alegações científicas que, considerando-se as estruturas sócio-políticas instauradas no mundo em que vivemos, foram alegações ousadas:

 

1. Richard Hoover, um cientista da NASA, publicou em março de 2011 um artigo científico, declarando ter encontrado evidências fossilizadas de cianobactérias em meteoritos carbonáceos.  Hoover observou fatias de meteoritos em microscópios de varredura de elétrons, e identificou filamentos e estruturas que pareciam com minúsculas algas unicelulares. (Publicado aqui no OVNI Hoje).

Como era de se esperar, a reação da comunidade científica não foi das melhores, em parte alegando que o veículo onde foi publicado o artigo — o Journal of Cosmology — era questionável, apesar deste mesmo veículo já ter publicado centenas de outros artigos científicos de pessoas com reputação impecável, assim como a reputação do Dr. Hoover.  Outros cientistas disseram que apesar do estudo ter sido conduzido de forma completa, ainda era muito cedo para dizer com certeza se esta declaração iria perdurar.

 

2. O escritor de ficção científica, Sir, Arthur C. Clarke, famoso por seu livro/filme “2001: Uma Odisseia no Espaço”, foi motivo de manchete no ano de 2001, quando alegou que uma recente foto tirada pela sonda Mars Global Surveyor, da NASA, mostrava evidência de arbustos e árvores em Marte.

A maioria dos cientistas ridicularizou a declaração, mas o escritor permaneceu firme nela.

Eu falei seriamente quando disse que tinha dado uma boa examinada nas imagens de Marte,” disse Clarke na época.  “Algo está realmente se movendo e mudando com as estações, o que sugere que seja, pelo menos, vegetação.

Infelizmente Clarke, um dos maiores visionários de nossa época, morreu no ano de 2008, na Sri Lanka.

 

sobre a vida alienígena

3. Em 1996, quando os cientistas anunciaram que tinham descoberto evidência de vida microbiana fossilizada em um meteorito oriundo de Marte, a comunidade científica ficou abalada.  O Presidente Bill Clinton fez uma declaração em rede nacional sobre a descoberta, anunciando finalmente que não estávamos sós no universo.

Convenientemente para os ‘professores da impossibilidade’, uma análise posterior da pesquisa da rocha, conhecida como meteorito Allan Hills 84001 (ALH 84001), produziu uma grande controversa, com muitos peritos alegando que os fósseis poderiam ter sido criados por processos independentes da vida.

Esta evidência ainda está em debate, e o meteorito permanece sendo um tópico de contínua pesquisa.

 

4. Em 1976 as duas sondas Viking da NASA aterrissaram na superfície de Marte.  Lá, conduziram uma gama de experimentos biológicos, inclusive coletando solo marciano para testar a existência de compostos orgânicos, que são os blocos necessários para a construção da vida como conhecemos, e procurar bioassinaturas que poderiam indicar a presença de microorganismos.

As sondas encontraram pouca evidência de compostos orgânicos, mas um dos experimentos encontrou um agente reativo no material coletado de Marte, que produziu dióxido de carbono.  Gilbert Levin, um engenheiro que projetou este experimento, chamado de “Labeled Release”, concluiu que esta atividade era disparada por microorganismos vivos presentes no solo marciano.  Porém, esta interpretação não foi amplamente aceita pela comunidade científica.

Pesquisas mais recentes também questionaram os resultados negativos das sondas Viking, quanto à procura de compostos orgânicos.  Um estudo publicado em dezembro de 2010 no Journal of Geophysical Research sugeriu que estes compostos estavam mesmo presentes no solo marciano, mas foram destruídos por outros químicos antes que a sonda pudesse detectá-los.  Até hoje, há um impasse quanto à esta descoberta.

 

5. Para ‘compensar’ pelas alegações acima, que na opinião deste blog são sólidas e extremamente possíveis, a quinta alegação aqui relacionada, que iniciou no século XIX, foi definitivamente provada como um equívoco científico.

A idéia de que Marte era cortada por uma complexa rede de canais foi primeiramente cogitada em 1877, pelo astrônomo italiano Giovanni Schiaparelli, e depois popularizada pelo astrônomo Percival Lowell.

Lowel chegou a fazer desenhos detalhados do que ele interpretou como canais, baseado nas observações que fez em seu observatório em Fagstaff, Arizona, EUA.

A idéia ganhou uma aceitação relativamente ampla, até que no início do século XX, quando os instrumentos de observação astronômica melhoraram, foi provado que os ditos ‘canais’ não passavam de uma ilusão de ótica.

Como pode ser visto da última alegação, é muito interessante que na virada do século XIX as idéias mais arrojadas eram imediatamente aceitas pela comunidade científica, e hoje, com centenas de milhões de dólares em jogo, a barreira a ser quebrada se tornou praticamente intransponível.

Talvez algum dia a idéia de que não estamos sós no universo mude, isto é, se uma nave alienígena aterrissar em nosso planeta, no meio de uma transmissão da copa do mundo, e seus tripulantes saírem da nave dizendo “olá terráqueos, nós existimos.”   …OU MESMO ASSIM, TALVEZ NÃO.

n3m3

Baseado no artigoFive Bold Claims of Alien Life” – www.space.com

Colaboração: Diogo Alcantara

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